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Nem toda a África é quente: o continente também tem frio e neve

  • Foto do escritor: Márcia Oliveira
    Márcia Oliveira
  • há 2 horas
  • 1 min de leitura

Quando se fala em África, muitas pessoas imaginam um continente marcado apenas por calor intenso e savanas secas. Mas essa visão está longe da realidade. A África possui uma diversidade climática impressionante, com regiões frias, áreas montanhosas e até locais onde a neve faz parte da paisagem.


Um dos exemplos mais conhecidos é o Monte Kilimanjaro, o ponto mais alto da África, localizado na Tanzânia. Com quase 6.000 metros de altitude, o Kilimanjaro possui neve permanente em seu cume, apesar de estar próximo à Linha do Equador. Esse contraste mostra como a altitude influencia diretamente o clima, independentemente da localização geográfica.



Além das montanhas, alguns países africanos apresentam clima frio durante boa parte do ano. O Lesoto, por exemplo, é conhecido como o “Reino nas Nuvens” e tem temperaturas baixas no inverno, com ocorrência de neve em várias regiões. Já na África do Sul, cidades mais altas podem registrar frio intenso, geadas e até neve em anos específicos.


Essas variações acontecem por fatores como altitude, relevo e correntes atmosféricas, que moldam climas muito diferentes dentro do mesmo continente. Enquanto algumas áreas enfrentam calor extremo, outras convivem com temperaturas baixas, ventos fortes e paisagens que lembram regiões de clima temperado ou até alpino.


Entender essa diversidade ajuda a quebrar estereótipos e revela uma África muito mais complexa, rica e surpreendente do que normalmente se imagina. O continente africano não é definido por um único clima, mas por uma pluralidade de ambientes naturais, que vão do deserto à neve, do calor intenso ao frio rigoroso.



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